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26 de nov de 2014

BLACK FRIDAY

Black Friday Clube de Autores

DE 24 A 28 DE NOVEMBRO TODOS OS LIVROS DO MUNDO DE BHARDO COM 35% DE DESCONTO 

Galera, nesta semana todos os livros do Clube de Autores estão na promoção! 35 % de desconto, e a Saga Mundo de Bhardo não podia ficar de fora, não é? Tem opções pra todos os bolsos, a partir de R$ 12,99!!! 

Também em http://www.bhardo.net/#!location/c1wln


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Mapa de Bhardo



Posto aqui para vocês o Mapa de Bhardo que, como quase tudo nesse trabalho, levou muitos anos para ser concluído. Foram mais de cinco anos desenhando e redesenhando para finalmente me dar por satisfeita, e hoje ainda preparo outros mapas com base neste, detalhando cada território em termos de relevo, cidades, estradas, clima, etc.





Esta versão, totalmente digital, levou um bom tempinho pra ficar pronto, mas eu gostei bastante do resultado!
 

O Homem sem signo - Resenha



Transferindo uma resenha do blog Mundo de Bhardo pra cá, com a linda nova capa do livro do colega Daniel Monteiro.
 
A resenha que trago hoje para vocês é do livro de um estreante brasileiro que, como eu, aventurou-se a publicar sua obra de forma independente através da Amazon brasileira. Falo de “O Homem sem Signo”, de Daniel Monteiro.



A história gira em torno de Amato, um guerreiro criado por Tiestes, um dos doze “caídos do céu”: homens que possuem sua constelação protetora gravada com pedras nas costas, e que não possuem pai nem mãe, são representantes de Sauza, uma espécie de deus protetor, no mundo dos mortais. Os signos dos doze transferem poderes especiais para estas pessoas, no entanto, também podem limitá-las de alguma forma. Por causa dessa limitação, Tiestes não pode sair do Césaro, seu local de nascimento, e está condenado a enxergar o mundo todo com seu poder, sem jamais vê-lo pessoalmente.

Para livrar seu mentor desse terrível destino, Amato promete que cruzará o mundo e destruirá cada um dos outros onze caídos do céu. Assim, sendo o único restante, Tiestes receberia todo o poder das constelações sobre ele e se tornaria um homem sem signo, senhor de si mesmo.

Embora apresente uma escrita ainda incipiente, “O Homem sem Signo” foi uma leitura curiosa, diferente e interessante. O protagonista não é o estereótipo de herói ao qual estamos acostumados, pelo contrário: Amato não demonstra pretensão nenhuma a modelo de comportamento a ser seguido. Monteiro consegue passar de um personagem a outro com destreza, e a criatividade em torno dos cenários e das batalhas é notável. A batalha final com certeza surpreenderá a todos com a participação de um personagem totalmente inusitado. E a conclusão me surpreendeu, o que foi agradável: é delicioso perceber que você se enganou totalmente sobre o que aconteceria no final.

O Homem sem Signo tem uma história bem diferente do tipo de fantasia com o qual estamos acostumados, com dragões e magia que seguem sempre uma mesma fórmula. Talvez a influência clara de desenhos animados como “Cavaleiros do Zodíaco” tenha influenciado na escrita, pois em diversos momentos tive a impressão de estar lendo o roteiro de um anime. Só ressalvo que as personagens femininas deixam a desejar, sendo todas apresentadas com a mesma fórmula e nenhuma com grande influência nos acontecimentos da trama.

Com certeza merece ser lido, principalmente por representar o que há por vir no cenário nacional da literatura fantástica.

O e-book de "O Homem sem Signo" pode ser comprado pela Amazon Brasileira por apenas R$ 2,50.

24 de nov de 2014

ZEY - um personagem antigo e não esquecido



Foi num diário cor-de-rosa, que ganhei de presente para supostamente escrever minhas confissões de adolescente, que comecei a escrever o que hoje se tornou a Saga Mundo de Bhardo. Claro, naquela época a história era muitíssimo diferente (como não poderia ser? Eu tinha 11 anos e pouca bagagem. Crescemos, e as histórias crescem conosco, inclusive as inventadas.)
Foi naquele diário que eu primeiro descrevi Zey, na época meu grande vilão. O nome era apenas isso, ZEY, porque eu gostava da sonoridade da letra "Z". Um nome simples, mas impregnado de gravidade. O mais interessante foi que a imagem, curiosamente similar à de demônios, com chifres e tudo mais (nessa época da vida os estereótipos são fortes), tirei da estampa de uma almofada. Quando mostrei o desenho que fiz de Zey e de onde tirei a imagem minha mãe não gostou muito de eu ter encontrado vilões no estofado dela não...
Depois de algum tempo, outros vilões se encaixaram melhor nas minhas histórias. Mas, claro, em homenagem àquela menina de doze anos que achava que poderia sozinha fazer um desenho animado (é, esta era eu!), eu não pude deixar Zey morrer. Ele aparece pouco, mas não é um personagem de pouca importância: Zey faz parte do Panteão bhardano como o Senhor do Nepcoutem (o verdadeiro) - a terra para onde vão as almas dos condenados por maldades.
     Não vou me aprofundar muito na definição do Nepcoutem porque esse não é o tema deste post, mas em outra ocasião gostaria de voltar a ele. O caso é que, assim como alguns outros personagens de tanto tempo atrás, Zey sobreviveu: transformado, reformulado, mais ainda poderoso. Sinal de que ainda está por aqui a criança que iniciou esta saga.

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Glossário I



Este post foi elaborado atendendo à sugestão de alguns leitores, que sentiram falta de um glossário da língua can bhardanathé, ou bhardanathé antigo, que é usada para nomear coisas e lugares, além de ser usada como suporte para os encantamentos e magias.

Primeiro, gostaria de dar um breve panorama sobre as línguas faladas em Bhardo.

A história da busca das sentinelas de Octoforte pelos Objetos Supremos se passa no ano AS. 871, ou seja, 871 anos após o desaparecimento da luz do Sol. Nessa época, a magia, tida como arte macabra de aproveitadores e bandidos, sai dos guetos e começa a ser usada nas cidades para proporcionar conforto e segurança. O mac, energia vital ligada a um elemento da natureza, é aplicado na construção e uso dos bondes, que ligam países distantes e aumentam o comércio e o intercâmbio de informações, e uma das consequências disso é a difusão da língua comum — o bhardanathé moderno.

A língua comum, portanto, tem origem no bhardanathé antigo — este sim, utilizado nos feitiços e nas nomenclaturas — e que se originou, por sua vez, do indaraethé, falado pelos escravos indarae, e da língua turtzöum, falada pelos darfinrenhos nos anos 1600 de Ainda Luz (portanto mais de 2200 anos antes dos acontecimentos narrados na saga Mundo de Bhardo). Na atualidade, apenas algumas poucas palavras se mantiveram inalteradas, já que a língua comum passou a sofrer influências das mais diversas culturas que compõem a região do Meio do Mundo, onde estão concentrados os grandes centros comerciais.

Algumas palavras em bhardanathé e seus significados:

Dilah = ouro; dourado
Ráhra = muro
Torn = Forte; fortaleza; castelo
Dilaratorn = Fortaleza dos muros dourados
Merim = Gato
Gatsiu = Azul (leia-se gatsi)
Donae = Tartaruga
Ér = terminação que designa grandeza, volume avantajado, aumentativo
Donaeér = tartaruga gigante
Lareh = branco; pálido
Nissu = Lua
Landd = Luz; brilho; luminosidade
Ginhãi = verde (leia-se ginãe)
Ramadim = vermelho

Por hoje é isso! Logo mais posto novas palavras. Até logo!
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Dominique de Crimehuór

Sentinela dos Ventos, Dominique de Crimehuór é um dos últimos descendentes da raça dos gênios, que foi praticamente exterminada de Gehenmy. Ele foi encontrado por Ártemis aos cinco anos, vagando por Crimehuór sem memória e com muitos machucados, inclusive um grande corte no rosto. A mulher o criou e ele nunca recuperou as lembranças. Mas será que ele quer mesmo saber o que aconteceu?

É difícil falar que tenho personagens favoritos dentre os sete sentinelas, todos são igualmente queridos, mas Dominique foi concebido na história primordial, quando eu ainda escrevia num diário cor-de-rosa. De lá pra cá ele mudou muito de personalidade, tornou-se um rapaz alegre, um pouco imaturo, mas muito leal. No terceiro livro de Bhardo, porém, ele vai dar um bocado de trabalho pra a melhor amiga Jadhe...

Étolo, o louco



Esta é imagem redesenhada utilizada na capa do Livro 1 (Os Objetos Supremos) da Saga "Mundo de Bhardo". A imagem antiga era um óleo sobre tela, e esta foi totalmente digitalizada.Deu um pouco de trabalho, mas confesso que gostei pra caramba de deixar Étolo, meu gigante dragão dourado e louco, com essa cara de mau. Pobres sentinelas! Eu sei que judio deles...

Em alta resolução e pra download aqui: http://livia-stocco.deviantart.com/art/Etolo-o-louco-493681973

Shenu Argottem


Personagem da Saga "Mundo de Bhardo". Sentinela das Sombras, costumava ser um andarilho, vagando pela região conhecida como "o meio do mundo" procurando tesouros escondidos há muito tempo. Não é lá um exemplo de bravura, mas também não conta todos os seus segredos.

Em alta resolução aqui: http://livia-stocco.deviantart.com/art/Shenu-Argottem-495184596

22 de nov de 2014

Batalha na Cidade Invencível – Resenha

Batalha na Cidade Invencível – Jacó Galtran

Sinopse

A cidade de Mardbaranthys não pode ser conquistada. A capital do Grande Reino é tão poderosa defensivamente que ninguém conseguiu tomá-la pela força em toda a história documentada do mundo.
O Rei Feiticeiro é o mago mais poderoso de todos os tempos. Cheio de recursos arcanos e de servos poderosos, ele jamais falhou em conquistar e subjugar um povo depois de tê-lo escolhido como alvo.
Quis o destino que a cidade inexpugnável e o tirano supremo ficassem frente a frente.
Ironia ou não, o destino também quis que o destino desse embate ficasse nas mãos de um grupo muito peculiar de jovens candidatos a heróis...




Mais uma história fantástica de Jaco Galtran que traz todo o seu talento. Como toda produção independente, tem alguns errinhos de digitação aqui e ali, mas são pouquíssimos, e não prejudicam a leitura nem desmerecem a obra. O título já é uma boa sinopse do que acontece no conto, mas à medida que passamos as páginas a impressão de que estamos vendo apenas uma parte de uma história maior vai se tornando mais e mais presente.

A narrativa nos leva ao embate entre o tirano Rei Feiticeiro e uma cidade cheia de defesas bélicas e jamais conquistada, enquanto, paralelamente, três jovens irresponsáveis carregam a incumbência de recuperar um tesouro que pode definir a batalha. Enquanto o rei lança tropas de soldados mágicos de várias espécies sobre a Cidade Inexpugnável, os três chegam ao Cristal Supremo, único artefato mágico capaz de derrotar o inimigo.

Os jovens possuem personalidades bem distintas e, apesar da história ser curtinha, podemos distinguir bem quem é quem. Após chegarem ao Cristal, a revolução que acontece com a pedra e que traz à tona a verdadeira esperança do grupo é interessante e, mais uma vez, nos causa a impressão de estarmos observando o desfecho de uma história que teve início muito tempo antes dali, talvez séculos, milênios. A batalha toda já é uma batalha final, mas o derradeiro desfecho é emocionante.

Um conto para passar uma hora de almoço mais interessante. Recomendadíssimo!